Vinhos

PetNat de Taiuva

Petnat de Taiuva.

Bom, que dá pra fazer vinho e petnat de qualquer fruta isso a gente já sabe. Mas que a gente pode sair por aí coletando frutas nativas pra fazer vinhos e petnats, nem todo mundo se ligou.

Opa. Fazer fermentados alcoólicos também é uma maneira de aproveitar melhor nossas frutas nativas, preservar a biodiversidade, estimular o consumo dessas belezuras cheias de nutrientes e ainda de quebra gerar renda onde não existia renda.

É, muitas dessas frutas nativas acabam no chão estragando pois ninguém usa, ou só faz geléia, coisa que ninguém mais aguenta vender. Parte porque ninguém sabe direito “como usar”, se come ou não come, se fermenta ou não. Mas imaginem quanta coisa não está aí no seu quintal ou na sua rua, que você nem sabe que pode virar comida. Ou bebida.

Voltando no caso da Taiuva. É conhecida como amora branca nativa, e é um arvorão gigante nativo do Brasil. A frutinha parece uma pinha, tem gosto de kiwi e amora albina, os passarinhos e galinhas adoram, humanos geralmente passam batido por ela, por não “reconhecer” como fruta, habituados às maçãs e uvas e laranjas de supermercado. Ela fica uma delícia em pratos salgados, em sucos, em chutneys, em geléias…

… e em biritas, é elementarmeucarowatson, como nesse petnat experimental da @guritabebidas .

Doido imaginar todo o potencial de cultura, alimento, bebidas, medicina, fonte de renda e de preservação que a gente tem logo ali, na árvore do lado, mas não usa.

11/5/2022
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