Viagens

México, terceiro dia: Ruínas de Cobá & Cenotes.

Tacos de Cochinita Pi- Bil! Aqui na Taqueria Honorio, em Tulum. 

Lugar frequentado pela gente que mora aqui e alguns poucos turistas que foram trazidos por locais ou foram agraciados com a dica desse precioso lugar através de amigos. 

A Cochinita é um porco assado em folha de bananeira, dentro de um forno de lenha ou fogo debaixo da terra ( enterrado ). A carne, como muitos dos pratos de Yucatán, é marinada. Aqui, com laranja amarga, achiote ( colorau) e outros temperos. 

Servida com salsa de abacate, cebola e picante verde. 

Os refrescos são: água da Jamaica ( hibiscos ), água de cevada e horchata de arroz. Uma pena que carregam no açúcar. As águas aqui são bastante populares: tamarindo, hibisco, cereais em geral. 

Estamos em Tulum, amanhã passamos por Valladolid, depois Chichen Itza ( tem que ir, né.. ) e Holboch. 

Quem tiver dicas desses lugares, me digam! Aqui na Taqueria Honorio, por exemplo, só vim parar por causa de uma indicação preciosa de um amigo em outro post. Boca a boca é sempre bom, até mesmo virtualmente. 

Aqui, o paraíso. Tacos feitos à mão, na hora, aqui na taqueria Honorio, especialista em Cochinita Pi Bil, prato típico da península de Yucatán. 

Sempre gosto de perguntar nos lugares que eu gosto, indicação de outros lugares pra comer: ela foi categórica: La Chiapaneca ( o lugar que fomos ontem ). Uhu! 

Fora isso? Uma ou outra taqueria a mais, mas…. O problema é que poucas pessoas fazem pratos realmente tradicionais e com ingredientes frescos, tacos feitos a mão, por exemplo. O mole, por exemplo, molho típico que originalmente era feito com cacau, hoje já se vende pronto em caixinhas – quase mais ninguém faz ele artesanalmente. 

De qualquer maneira, nos disseram que em Valladolid ainda tem muito lugares interessantes, de comida local e até uma fábrica de chocolate maia orgânico. Amanhã vamos pra lá! 
?

Triatlo maia: de manhã, caminhada de duas horas na areia pelas praias de Tulum. De tarde, mergulho em dois cenotes diferentes ( os cenotes são um conjunto de cavernas e rios subterrâneos que se interligam e eram usados antigamente pelos maias. Hoje são alvo de turistas perdidos, como nos, mas também de profissionais que ainda descobrem caminhos escondidos ). Fim de tarde, percurso de dois quilômetros de bicicleta pelas ruínas de Coba.

Ok, no meio disso tudo teve um taco de Cochinita Pibil..

Depois da caminhada na praia, circuito de bicicleta pelas ruínas, mergulho nos cenotes… escalada da ruína mais alta do México, em Coba. Haja taco pra compensar esse exercício todo. 

As ruínas de Coba não estavam nos planos. A ideia era só fazer mergulho nos cenotes ( rios subterrâneos ) , mas tinha uma placa enorme no caminho e resolvemos seguir. Chegamos no que foi uma das cidades maias mais importantes, antes de Chichen Itza. Lá, além da ruína mais alta que ainda dá pra subir, um conjunto de edifícios que se extendendo em cerca de dois quilômetros de extensão, e que você pode fazer a pé ou de bicicleta. Recomendo fazer de bicicleta. O percurso é lindo.

A ruína mais alta de Coba, a pirâmide Nohosh Mul. Coba foi uma cidade maia muito importante do período pré colombiano, construída entre os anos 500 e 900 depois de Cristo – período clássico da civilização Maia. Assim como muitas outras, perdeu importância depois da chegada dos espanhóis por aqui. 

São mais de 40 metros de altura e você pode subir até lá em cima. A vista é fenomenal, e os glúteos agradecem. 

A pãtza vista de cima da pirâmide de Coba. Depois de quarenta de dois metros de subida, fica mais bonito ainda. 

Entrada do Gran Cenote, um dos rios subterrâneos que cortam todo o subterrâneo da região, usadas antigamente pelos maias. 

Esse é o Batey, barzinho famoso pelos seus mojitos adoçados com garapa de cana moída na hora. O moedor de cana é esse fusquinha adaptado à direita.

Todo dia, shows ao vivo de bandas variadas, comidinhas deliciosas e drinks fueda. O Mojito com laranja amarga e chile verde, assim como a margarita de mescal são espetaculares. Para comer, tortillazitas vermelhas com Cochinita Pibil. 

Estava rolando um blues, outro dia flamenco. O ambiente é despretensioso, e embora esteja sempre lotado, o pessoal é atencioso e não tem a aura “balneário chique” que tanto me irrita da zona hoteleira da praia. Aqui no centrinho de Tulum o povo está mais pra hippie do que pra chique. Na zona da praia, se inverte. Cada qual com seu cada qual, tem espaço na areia pra todos. 

5/5/2016
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