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CARAVANA NATUREBA 2015: quarto dia, domingão inesquecível com Marco Danielle.

Quarto dia da Caravana Natureba 2015! Bora acordar as sete da matina pra pegar a estrada. Caravana que se preze leva chá de rodovia.  Raptamos a Lizete Vicari e fomos em direção ao Rio Grande do Sul, saindo da Praia do Rosa. A idéia era promover o encontro dos vinhateiros naturebas artesanais por lá. Primeira parada? Tchã-rann….. Marco Danielle, em Canela. 
 
Chegando em Canela, a Caravana aumentou. Já estávamos com a Jô Barros e a Patrícia Brentzel…. e chegaram para fazer parte da farra o Léo e a Mari Reis.
Demos uma paradinha estratégica na La Charbonnade. Aqui em Sampa, trabalhamos com vários vinhos que eles importam: eles tem um portifólio ótimo de vinhos alternativos e naturebas chilenos e argentinos. Lá, em Canela, eles tem uma loja imeeeeensa com esses rótulos de importação, e mais um zilhão de coisas – o melhor de tudo? Vinhos antigos, importados e nacionais. 
Claro que as crianças não aguentaram e tivemos que garimpar algumas raridades brazucas mais antigas. Vinhos da década de 90, início de 2000 – uma maravilha. Levamos um Don Giovanni Cabernet Franc 1994, um Vallontano Cabernet 2000, um Juan Carrau 2001, Angheben Assemblage 1999. Vamos ver como estão essas belezinhas em breve…..
 
Depois de devidamente munidos com vinhos brazucas, fomos para o restaurante Serramanna, ali em Canela mesmo, para um almoço e degustação dos vinhos do Marco. 
 
 
 
 
Essa aqui em cima é a horta
orgânica do Serramanna, aqui em Canela. O chef Aldo, italiano, cultiva aqui sua
horta com produtos – italianos – e serve os produtos sazonais em seus menus! Pirei. 
 
  
https://www.facebook.com/ristorante.serramanna

 

Bom, o Marco Danielle dispensa totalmente apresentações. Foi o primeiro – e até hoje, um dos mais polêmicos – vinhateiros a se aventurar no mundo da vinificação natural. Lembro que o primeiro vinho que arrebatou meu coração foi um Minimus Anima – safra 2005. Eu lembro de provar o vinho, olhar a garrafa, provar de novo… e pensar comigo mesma… gente, mas que raios é isso? No bom sentido, obviamente. Desde então, tenho acompanhado o trabalho do Marco de perto ( não tão de perto quanto gostaria, Sampa e Canela não são exatamente vizinhos….rss ) e fã incondicional dos seus vinhos.

Degustamos o Sauvignon Blanc Monte Alegre 2013, o Pinot Noir Serena 2013, os Fulvias 2012 e 2013, Pinot Noir Piratini 2013 e o Pinot Noir Monte Alegre 2013. Curiosidades vinhateiras:  o Serena foi elaborado totalmente com os engaços e o Monte Alegre 100% desengaçado à mão. Já o Fulvia 2012 ficou seis meses macerando com as cascas……

 

Marco Danielle e a Lizete Vicari, aqui na foto de cima. Embaixo, alguns dos vinhos que experimentamos.  

 

 

 Depois do almoço, fomos continuar a degustação e a conversa lá no Atelier Tormentas.  Experimentamos provas de barrica e um espumante lindo-divino-maravilhoso que o Marco não comercializa: um espumante de Pinot 2011 método ancestral. Sabe os vinhos do Marco? Pois é, imagine um espumante. De matar, igual. 

Foi um dia realmente especial. Conhecer um pouco mais dos vinhos e do Marco, in loco, foi uma experiência única para todo mundo. Todo mundo que critica ou que não entende direito o trabalho dele deveria passar com ele uma meia horinha numa conversa – para entender de fato desde a preocupação extrema com a qualidade até os custos de se produzir um vinho. Por mais que eu seja suspeita – pois sempre admirei seu trabalho e seus vinhos – confesso que saí de lá mais fã ainda.
 Como Caravana que se preze uma hora ou outra faz alguma zona, teve sessão de fotos das meninas na barrica e até Ramatis dentro da barrica de Pinot Noir. As fotos vocês podem ver na página do face do Marco ( e lógico que ficaram bem melhores do que as nossas, por motivos óbvios…rss ).
Quem sabe o pessoal não terá uma surpresa nas fotos da Feira Natureba desse ano? rs

Saindo do Atelier, pegamos a estrada de novo. Dessa vez, para Pinto Bandeira, onde ficaríamos por algumas noites visitando o Eduardo Zenker, o Maurício Voight, a Marina da Vinha Unna. Umas duas horinhas de estrada e voilá, chegaríamos. 

Isso se a gasolina não acabasse na estrada e a gente descobrisse que nenhum posto fica aberto de madrugada ali na região. Resultado: ficamos rodando por Bento Gonçalves, no sopro da reserva, prontos para deixar o carro na rua e pedir resgate para a Jô – que estava no outro carro. Mas por sorte, achamos um posto aberto – disseram que era o único, mesmo – e conseguimos chegar em Pinto Bandeira sem maiores imprevistos….

2/3/2015
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